Colunistas                             Ditinho da Galera                                                     12/10/2008

 

Esperando o futebol

Antes de a partida começar é o momento ideal para o torcedor relaxar com brincadeiras e curtir um programa de humor. Indo ao estádio com o rádio ligado curtindo brincadeiras, entrevistas e relembrando gols atuais e antigos.

 Esse é o formato de programa que o locutor Wilson Luiz sonha em realizar e assim também aproveitar seu arquivo sonoro de mais 3000 gols. Falta espaço nas emissoras de Araraquara e apoio de patrocinadores. Uma tremenda injustiça com esse cidadão de 71 anos que é uma bandeira na radiofonia do interior paulista.

Nos anos 70,  a rádio Cultura exibia um programa intitulado Cartão Vermelho com tremendo sucesso, o futebol não precisa ser levado tão a sério, caso contrário o torcedor não teria como encarar as derrotas e também delas devemos tirar proveito com humor.

Aliás, como dizia o velho Bazani: “Moçada vamos reagir,  senão a torcida vai gritar IBIS, IBIS, IBIS”, ou seja, o pior time da história do futebol brasileiro.

O fotógrafo e homem multimídia Ednelson Oliveira, da Unip, enviou ao nosso site algumas pérolas, as quais encaixariam bem no Esperando o futebol:


"Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e
gramático."
(Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)

"Clássico é clássico e vice-versa..."
(UM, ex-atacante do Grêmio e da Seleção Brasileira)

"Jogador é o Didi que joga como quem chupa laranja..."
(Neném Prancha, ex-roupeiro do Botafogo, ex-técnico de futebol de praia e
filósofo da bola)

"Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG...."
(Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à
Europa)

"No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente, de quinze em quinze
dias..."
(UM, ex-ponta esquerda do Santos)

"Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu..."
(Claudiomiro, ex-meia do Internacional-RS ao chegar em Belém do Pará para
disputar uma partida contra o Paysandu pelo Brasileirão de 72)

"Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe"
(Um (ele de novo) ex-atacante do Grêmio)

"Não sei, chutei, a bola foi indo, indo.... e iu!"
(Nunes, ex-atacante do Flamengo ao descrever um gol que tinha feito)

"Fiz que fui, não fui, e acabei fondo!"
(Um, ex-atacante do Flamengo)

"Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana..."
(Mais uma vez o Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do
jogo de despedida do Zico)

"Não venham com problemática que eu tenho a solucionática"
(Dadá Maravilha, ex-jogador de futebol e primeiro marqueteiro do nosso
futebol)

"Só existem três coisas que param no ar: beija-flor, helicóptero e Dadá"
(O mesmo Dadá Maravilha da frase anterior)

"Eu disconcordo com o que você disse"
(Vladi, ex-meia do Corinthians em uma entrevista à Rádio Record)

"A moto eu vou vender e o rádio eu vou dar pra minha tia"
(Josizi ex-lateral direito do Botafogo ao responder a um repórter o que
iria fazer com o Motorádio que ganhou como melhor jogador da partida)

"Bom, eu não achei nada, mas o meu companheiro ali achou uma correntinha,
acho que é de ouro, dá pra ele vender!"
(O mesmo Josizi ao ser perguntado o que ele achou do jogo)

 

   

   -    A    Locomotiva   nos   trilhos   da   emoção !

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