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Ídolos
Abelha, o vôo
da Vila Xavier para o mundo
Anésio
Argenton - a maior lenda do ciclismo
brasileiro
Aymoré Moreira,
o consagrado técnico
livrou a Ferroviária do rebaixamento
em 1977
Baiano,
um dos cinco melhores laterais da Locomotiva
Bauer,
O Gigante do Maracanã, comanda a
Locomotiva em 1960
Bazani, o insuperável
Beto
Fuscão, uma
difícil temporada na Ferroviária
Bio,
esperança em dias melhores
Boquita, ponta esquerda dos anos 1950 e
1960
Caíco,
o vigoroso lateral dos anos 1980
Douglas
Onça, o quinto artilheiro da história da Ferroviária
Dudu,
o moço de Araraquara
Elinho,
o volante dos anos 80 e 90, "minha melhor fase foi na
Ferroviária"
Faustino,
o
ponta-direita Lingüiça dos anos 50 e 1960
Fernando,
zagueiro
atuou com raça até aos 40 anos (1966 - 1974 e 1983)
Fia,
o número
um inesquecível
Fogueira,
o capitão
da volta à Divisão Especial - anos 1960
Grafite,
um carinho especial pela Ferroviária
Ismael,
o campeão mundial recuperado pela Ferroviária
Helcias
Pirola, o lateral convence e é campeão do acesso em 1956
Pinheirense,
o zagueiro mais temido dos anos 1980
Nei,
o ponta
driblador, tricampeão do interior 1967/1969
Laerte,
o volante
dos anos 70
Machado,
o goleiro vitorioso dos anos
1960
Mariani,
o coringa
dos anos 1970
Maritaca,
autor do gol da volta à Divisão Especial em 1966
Maurinho,
o filho pródigo de Araraquara
Mauro
Pastor,
respeito e lealdade
Peixinho,
o tricampeão do interior
Pio,
um atleta obstinado pela vitória
Radar,
o
artilheiro do Fantástico disputa duas taças de Prata pela
Ferroviária
Rafael,
manteve seu estilo à mexicana, na Ferroviária em 1994
Rosan,
goleiro da
Ferroviária para a seleção paulista de 1959
Tales,
o
futebol inteligente do moço de São Manoel
Tatinho,
o ponta explosivo do anos 70
Téia,
artilheiro
do campeonato paulista de 1968
Sandro,
o goleiro voador
Vail Mota,
o técnico que impunha o futebol romântico
Vica,
raça, respeito e liderança
Zé Luís,
o meia
atacante perfeito dos anos 1960
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