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A “catástrofe" de Marília
Em dezembro de 1971. A Ferroviária foi jogar no Estádio “Abreuzão”,
em Marília, contra o MAC, pelo Paulistinha, que era um torneio
realizado anualmente entre equipes do Interior. As melhores
colocadas
conseguiam vagas para o Paulistão do ano seguinte.
A Ferroviária jogava por um empate. O “Abreuzão” lotado e Oscar
Scolfaro, no apito
O jogo foi tumultuado, nervoso, catimbado, principalmente por parte
da equipe local.
E ao final, o empate de 1 a 1 ficou estampado no placar do estádio
mariliense.
Mas logo após o encerramento do jogo, “quebrou o maior pau”,
envolvendo jogadores do MAC e centenas de torcedores que pularam o
alambrado (parecia leite derramando pelas beiradas da leiteira -
comparando uma
coisa e outra.)
Eu, narrando o jogo pela Cultura, me emocionei tanto que cheguei a
chorar em plena transmissão.,
O meu compadre, engenheiro Luiz Antonio Matoso, residente em
São Carlos e que sempre acompanhava minhas transmissões, ficou
super-nervoso e acordou sua esposa Marilú e juntos “puxaram” o terço
Carros depredados, vidros quebrados, foi uma “zorra” total..
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