Colunistas -      Wilson narra quebra pau no Ferro-Mac             26/10/2010    
 

 

A “catástrofe" de Marília

Em dezembro de 1971. A Ferroviária foi jogar no Estádio “Abreuzão”, em Marília, contra o MAC, pelo Paulistinha, que era um torneio realizado anualmente entre equipes do Interior. As melhores colocadas
conseguiam vagas para o Paulistão do ano seguinte.

A Ferroviária jogava por um empate. O “Abreuzão” lotado e Oscar Scolfaro, no apito

O jogo foi tumultuado, nervoso, catimbado, principalmente por parte da equipe local.

E ao final, o empate de 1 a 1 ficou estampado no placar do estádio mariliense.

Mas logo após o encerramento do jogo, “quebrou o maior pau”, envolvendo jogadores do MAC e centenas de torcedores que pularam o alambrado (parecia leite derramando pelas beiradas da leiteira - comparando uma
coisa e outra.)

Eu, narrando o jogo pela Cultura, me emocionei tanto que cheguei a chorar em plena transmissão.,

O meu compadre,  engenheiro Luiz Antonio Matoso, residente em São Carlos e que sempre acompanhava minhas transmissões, ficou super-nervoso e acordou sua esposa Marilú e juntos “puxaram” o terço

Carros depredados, vidros quebrados, foi uma “zorra” total..

 

   
               
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