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Janeiro 2009 Mauro Pastor respeito e lealdade Dia 25 |
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Araraquara, SP - O moço simples de Pradópolis, é de 20 de outubro de 1952, começou a se destacar no Juventus de Guariba. De tanto o árbitro Teobaldo Alves dos Santos, o Tutu da Liga Araraquarense de Futebol, enaltecer as qualidades do zagueiro Mauro, do Juventus, a Ferroviária foi buscá-lo. Em Araraquara, Mauro mostrou eficiência, sendo titular absoluto por quatro temporadas (1973-1977). A Ferroviária enfrentava os grandes do futebol paulista sem temer. "Atuei com bons elencos na Ferroviária. Nós tínhamos um respeito enorme para com a camisa da Ferroviária. Conseguir a classificação no Paulistinha, válida para o Paulistão, era um pacto. A gente dava o máximo para não deixar a Ferroviária de fora. Fomos campeões do Paulistinha em 1977", recorda com saudosismo o zagueiro Mauro. Convocado pela seleção paulista, com apoio incondicional do técnico Dudu, Mauro subiu mais um degrau da fama. Realizou grandes atuações na Ásia trazendo o troféu de campeão para a Federação Paulista de Futebol, em 1976, ao lado de Wilson Carrasco, Sérgio Bergantim, Tatinho e Carlos, todos da Ferroviária.
Campeão brasileiro invicto, em 1979 No Inter, Mauro fez história. Ganhou o apelido de Pastor devido à sua religiosidade e para melhor identifição, pois o Inter já tinha o Mauro Galvão. O Tricampeão invicto brasileiro em 1979 foi sua maior conquista. Formou com Mauro Galvão uma zaga imbatível. Tetracampeão gaúcho, Mauro diz que o Inter o trata com respeito. "Sempre quando ocorrem encontros de ex-atletas sou convidado. Retornei a Porto Alegre em várias oportunidades. Eles valorizam muito os campeões", relata Mauro. Em 1980, Mauro Pastor subiu o mais alto degrau de sua carreira: convocado por Telê Santana, vestiu a amarelinha em três jogos e participou no banco em mais três. Uma contusão prejudicou uma futura convocação para a Copa da Espanha, de 1982. Mauro ainda disputou uma final da Libertadores e ficou vice-campeão, em 1980, perdendo para o Nacional, do uruguaio Rodolfo Rodrigues. Passou pelo Colorado PR, sendo vice-campeão paranaense de 1984, até retornar novamente para a Ferroviária, onde conseguiu disputar as semifinais do Paulista contra a Portuguesa. Com uma belíssima campanha, a Locomotiva conseguiu o quarto lugar no Paulistão de 1985, o segundo melhor da história do clube. "A Ferroviária tinha que se impor e apresentar um refinado toque na bola, afinal fomos a "Academia do Interior" e a Fonte Luminosa nosso palco preferido", fala Mauro, relembrando os bons tempos. Atuou ainda pelo Comercial, de Ribeirão Preto, e Independente, de Limeira.
Mauro Pastor reside com a família em Araraquara e bate-bola com os
filhos nos finais de semana. Professor da Escolinha de do Clube
Araraquarense, ensina aos garotos o que realizou em campo: espírito
de luta, disciplina, lealdade e respeito ao adversário. Mauro
continua em forma e correndo muito aos 56 anos. 1972 - Campeão Amador do Estado SP, pelo Juventus de Guariba 1976 - Campeão da Copa da Ásia, com a seleção paulista de novos 1977 - Campeão do Torneio Incentivo do Interior de São Paulo, pela Ferroviária 1979 - Campeão Brasileiro Invicto, Internacional, de Porto Alegre 1980 - Estréia pela Seleção Brasileira, de Telê Santana 1980 - Tetracampeão Gaúcho, Inter 1980 - Vice da Libertadores da América, Inter 1984 - Vice-campeão paranaense, Colorado PR
1985 - Quarto colocado no Paulistão/85, pela Ferroviária de
Araraquara
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