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Janeiro 2009 Dudu, de Araraquara para a seleção Dia 25 |
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Dudu, o moço de Araraquara
Araraquara, SP - Médio volante, operário da bola, dedicado na
marcação, solidário na cobertura dos laterais, sentinela à frente da
grande área, facilitador do trabalho do meia-esquerda, lançador de
bolas aos atacantes e de vez em quando marcador de gols: Olegário
Tolói de Oliveira, o Dudu, foi consagrado pelo locutor Fiori
Giglioti como "o moço de Araraquara", cidade onde nasceu em 7 de
novembro de 1939. Dudu começou sua carreira nos juvenis da ADA
(1955), foi destaque nos campeonatos amadores e logo foi contratado
pela Ferroviária.
Sociedade Esportiva Palmeiras - Rio-São Paulo, de 1965, Taça do
Brasil, de 1967, Paulista, em 1966, 1972 e 1974, Roberto Gomes
Pedrosa, em 1969, Brasileiro, de 1972 e 1973 e Tricampeão do "Ramón
de Carranza", Espanha Simples, humilde, espírita e seguro com o controle financeiro, Dudu sempre aconselhou os mais novos, como o sobrinho Dorival Júnior, que brilhou na mesma posição e nos mesmos clubes: Ferroviária e Palmeiras. "Ser sobrinho de Dudu é uma honra e uma grande responsabilidade por tudo que ele representa como exemplo de atleta profissional e de cidadão preocupado com o próximo". Atualmente, Dudu reside em São Paulo com a família, a esposa Maria Helena e os filhos Gláucia e Marcelo. Aposentado, desenvolve atividades espíritas e ainda cuida de uma cooperativa que presta serviços à Prefeitura formada por ex-atletas profissionais como Marcão, Mengálvio, Dorval e outros. Homenagem
Em dezembro de 2009, Dudu foi
homenageado em Araraquara com a inauguração do Centro de Treinamento
Municipal de Futebol no Parque Pinheirinho,
destinado às categorias de base e futebol amador. O centro possui
cinco campos oficiais, vestiários para atletas e arbitragens.
Acompanhado de familiares, Dudu se emocionou com a homenagem. " Eu
devo tudo aos meus companheiros. Me dediquei ao máximo na
Ferroviária, no Palmeiras e nas seleções paulista e brasileira",
ainda indagado sobre o futebol atual, Dudu articulou de modo
didático, "está completamente mudado, mais rápido, mais automático,
o preparo físico avançou, o atleta não tem muito tempo para pensar a
jogada, enfim é a evolução que acompanha os novos tempos", concluiu.
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Dudu, o segundo em baixo, em apresentação na Ilha da Madeira contra o Nacional de Funchal, quando a Ferrovia´ria venceu por 4 x 2 - 1960 |
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Dudu e Ademir da Guia, o lendário meio-campo alviverde, comandaram a academia do Palmeiras no tempo do futebol romântico, anos 1960 e começo dos 70 |
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Dudu, o moço
de Araraquara, desarma e toca para Pelé, recebe de volta do rei e
lança Ademir Da Guia.... |
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Dudu, volta a sua origem, dirige o time da Ferroviária em 1980 e consegue livrar o clube do fantasma do rebaixamento com Luiz Fernando no gol e Viva na zaga central. Dudu é o último agachado |
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