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Março 2009 Mariani, o coringa dos anos 1970 Dia 17 |
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Mariani, o coringa dos anos 1970
Mariani fora contratado pela Ferroviária para uma difícil missão: substituir o lateral-direito Baiano. A gloriosa camisa 2 que Porunga, Isã, Cardarelli, Ismael, Belluomini e Baiano vestiram e foram ídolos estava nas mãos de um jovem de 19 anos servindo o Exército, que chegou do Marília e carregava o apelido de Padeiro. Nas primeiras atuações Mariani ganhou a torcida pela raça e disposição. De lateral virou coringa jogando de central ou quarto-zagueiro em várias jogos.
Uma grande atuação de Mariani no empate com o Palmeiras em 1973, no Parque Antártica, em 28 de julho, pelo Campeonato Paulista. Palmeiras de Raul Marcel, Eurico, João Carlos, Alfredo e Zeca; Zé Carlos , Leivinha e Ademir Da Guia; Edu, Mário e Celso. Técnico: Oswaldo Brandão. Ferroviária com Sérgio Bergantin; Batalhão, Fernando, Mariani e Zé Carlos; Muri, Mário Augusto e Ademir; Nicanor, Reinaldo e Wagner. Técnico: José Agnelli. Gols de Wagner e Mário
Segundo o doutor-professor de cirurgia torácica e mestre em pesquisa, Luís Marcelo Inaco Cirino, Mariani defendeu a Ferroviária em 118 jogos, vencendo 42, empatando 38 e perdendo 38, não marcou nenhum gol.
Benedito
Carlos Mariani, o Mariani ou Padeiro, ex-quarto-zagueiro da
Ferroviária e do Marília, mora hoje em Santa Cruz do Rio Pardo, no
interior de São Paulo, onde é comerciante e pecuarista.
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| Marília AC , anos 1960, Mariani é o primeiro ao lado do técnico. O centroavante é Itamar | |||||||||||
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Sérgio Bergantin - Batalhão - Ademir -
Fernadno - Maraiani e Zé Carlos |
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| AFE x Ponte Preta - Mariani barra Manfrini | |||||||||||
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O avô do Rafael, Mariani |
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